quinta-feira, 4 de março de 2010

Candidatos deverão apresentar certidão criminal; TSE aprova voto em trânsito

Fonte: http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/CANDIDATOS+DEVERAO+APRESENTAR+CERTIDAO+CRIMINAL+TSE+APROVA+VOTO+EM+TRANSITO_68189.shtml


Os candidatos às eleições de 2010 terão que apresentar, no registro da candidatura, uma certidão criminal. A decisão foi tomada nesta terça-feira (2/3) pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A Justiça Eleitoral quer saber quantos candidatos têm a ficha suja. O documento será digitalizado e colocado à disposição do eleitor na página do TSE na Internet.
Segundo a resolução aprovada pelo tribunal, se a certidão criminal apontar que o candidato responde a processo na Justiça, ele será convocado para fornecer documentos que detalhem sua situação. Caso haja sentença condenatória definitiva, o registro de candidatura não poderá ser homologado pela Justiça Eleitoral.
O candidato também terá que apresentar uma declaração de bens, nos moldes daquela apresentada à Receita Federal para a declaração do imposto de renda.
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Voto em trânsito e de presos
Outra resolução aprovada pelo TSE introduziu o voto em trânsito no pleito de 2010, restringindo, no entanto, às eleições presidenciais. Quem não estiver em seu domicílio eleitoral no primeiro ou no segundo turno, poderá registrar seu voto nas urnas instaladas nas capitais nas eleições deste ano.
O eleitor deve fazer um registro em qualquer cartório eleitoral entre 15 de julho e 15 de agosto indicando a capital em que estará. A eventual ausência, neste caso, também deve ser justificada.
Outra resolução assegura o direito de voto para presos provisórios e jovens em unidades de internação. O argumento é que os direitos políticos são suspensos apenas nos casos de condenações criminais definitivas.
Pela resolução, os juízes eleitorais deverão criar seções eleitorais especiais em estabelecimentos penais e em unidades de internação de jovens infratores. Os serviços de alistamento eleitoral e transferência de títulos serão feitos pela Justiça Eleitoral.
O ministro Ricardo Lewandowski ponderou que a nova regra deveria ser implementada gradativamente uma vez que, somente em São Paulo, há 52 mil presos provisórios. Ele acrescentou que as facções criminosas podem comprometer a realização das eleições nos presídios. Lewandowski foi, contudo, voto vencido.
“Não temos a ilusão de que façamos a eleição em todos os presídios. O que queremos é tornar obrigatória a instalação de seções eleitorais”, argumentou o ministro Arnaldo Versiani, relator da resolução.
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A Corte também aprovou uma resolução mantendo o número de vagas a que cada Estado tem direito na Câmara dos Deputados. As regras aprovadas não alteram a distribuição das cadeiras como chegou a ser discutido pelo Tribunal com base em estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
“Para mim, a representação atual é irredutível, a não ser que haja um aumento do número de deputados”, afirmou Versiani.
Para valer este ano, as resoluções precisam ser aprovadas e publicadas até sexta-feira (5/3).

Comunicado depto. financeiro

Prezados Alunos,

Pedimos mais uma vez desconsiderar quaisquer cobranças recebidas que não sejam do Banco Bradesco.

Caso não receba o boleto, favor dirigir-se ao Atendimento da Unidade Santa Paulina.

Estamos à disposição para quaisquer esclarecimentos através do telefone: 2065-5412 ou pelo email:

financeiro@universidadesaomarcos.edu.br

Gratos pela compreensão,


Departamento Financeiro
Universidade São Marcos – Campus Ipiranga

Justiça trabalhista penhora vacas de dono da RedeTV!

Fonte: http://www.conjur.com.br/2010-mar-04/ex-superintendente-redetv-penhora-vaca-dono-emissora

Lutando em vão há quase dez anos para receber uma pequena fortuna em verbas trabalhistas da RedeTV!, o ex-superintendente artístico da emissora, Rogério Gallo, encontrou uma forma de furar a blindagem patrimonial dos diretores do canal. Um verdadeiro elenco de personalidades foi alvo de notificações judiciais expedidas na semana passada, informando sobre a penhora de duas vacas de raça, compradas em sociedade com Amilcare Dallevo Júnior, um dos donos da TV Ômega, a RedeTV!. Os comunicados foram enviados ao cantor Roberto Carlos, ao humorista Tom Cavalcante, a Lucila Diniz, irmã do empresário Abílio Diniz, a João Carlos Di Genio, proprietário da Universidade Paulista (Unip) e dos cursos Objetivo, a Jonas Barcellos Corrêa Filho, dono do conglomerado Brasif, e a Ivan Zurita, presidente da Nestlé do Brasil. Todos são cotistas dos animais.
As notificações, despachadas no dia 26 de fevereiro, informam sobre um processo de execução de dívida trabalhista no valor de R$ 2,7 milhões. Os ilustres foram informados de que suas vacas Elegance II e Vala IV FIV BM da FC, campeãs da raça Nelore, estão arroladas entre os bens penhorados de Amilcare Dallevo.
No ano passado, o dono da RedeTV! comprou, em parceria, 50% das cotas da Vala IV, por nada menos que R$ 3 milhões. A Elengance II, campeã da raça em 2006, teve um terço adquirido pelo empresário por R$ 1,43 milhão, em 14 parcelas. A Elegance está avaliada em R$ 5 milhões. Entram no processo judicial também os bezerros e até os embriões dos animais, que também valem ouro. Dallevo participa do negócio de leilões de animais usando a empresa Nelore Dani, cujo nome faz alusão ao de sua mulher, Daniela Albuquerque.
Protocolado no dia 9 de fevereiro na 2ª Vara do Trabalho de Barueri (SP), o pedido de penhora é da advogada de Rogério Gallo, Gilda Figueiredo Ferraz de Andrade, conselheira da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil. Questionada pela ConJur, Gilda não confirmou nem negou que tivesse pedido a penhora das vacas. “O processo está sub judice”, limitou-se a dizer. A Justiça, no entanto, não decretou sigilo no processo.
Desde a última terça-feira (2/3), o processo está com um dos advogados da RedeTV!, Felipe de Carvalho Belluzi, que só deve devolvê-lo à Vara no dia 10. A ConJur tentou entrar em contato com o advogado, mas não teve retorno das ligações.
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Ciúme milionário
Reconhecida pela Justiça trabalhista em 2001, a dívida de R$ 2,7 milhões em favor de Rogério Gallo ainda não foi paga. Como a cobrança já em fase de execução, o ex-namorado da apresentadora Adriane Galisteu conseguiu, em novembro do ano passado, a penhora de um elevador hidráulico e de uma adega digitalizada de vinhos da diretoria da RedeTV!.
Rogério Gallo foi demitido da emissora em 2000, quando sua então namorada, Adriane Galisteu, fechou contrato com a Rede Record para apresentar o programa É Show. Na RedeTV!, Galisteu apresentava o Super Pop, hoje comandado pela ex-modelo Luciana Gimenez.
Gallo, ex-superintendente artístico, foi acusado de infidelidade contratual e quebra de confiança no exercício de cargo de direção, e demitido por justa causa. A emissora alegou que ele traiu a confiança dos diretores ao deixar de informar a intenção da namorada de trabalhar em outro canal. A RedeTV! também questionou o contrato de Gallo e chegou a afirmar que ele não seria seu funcionário, pelo fato de o contrato ter sido firmado com pessoa jurídica. Em 1999, Rogério Gallo foi contratado por quatro anos para receber R$ 96,8 mil mensais, mais vantagens.
Na primeira instância, a Justiça do Trabalho entendeu que houve dano à moral do ex-superintendente, pelo fato de a emissora ter trazido a público os motivos da demissão. De acordo com a sentença, "o autor, acusado publicamente de infidelidade contratual, teve sua reputação maculada por ato antijurídico de sua empregadora". A indenização foi fixada em R$ 5 milhões pela juíza Ana Cristina Lobo Petinati, da 2ª Junta de Conciliação e Julgamento de Barueri (SP). O valor incluía R$ 2 milhões por danos morais, multa pela rescisão antecipada de contrato de trabalho, férias vencidas e 13ºs salários.
Com a apelação da RedeTV! no Tribunal Regional do Trabalho, a indenização por danos morais caiu, mas não o pagamento de verbas trabalhistas. Segundo o acórdão, estavam presentes os requisitos para a configuração do vínculo, que são a onerosidade, a subordinação e continuidade dos serviços prestados. O TRT afirmou que o contrato firmado entre as partes, em nome da pessoa jurídica representada pelo jornalista, sequer estava assinado. Quanto ao dano moral, a segunda instância considerou que não houve prova nos autos de que a empresa tivesse contribuído para a divulgação das notícias sobre a dispensa de Gallo. O ministro Milton de Moura França, do Tribunal Superior do Trabalho, manteve a decisão.
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Processo 3828/2000 (2ª JCJ de Barueri)
RR 3.828/2000-202-02-00.6 (TST)

quarta-feira, 3 de março de 2010

Projeto de Lei: Jornada de mulher grávida poderá ser reduzida em duas horas

Contribuição da Aluna Sonia Regina Novacoski - 7º Semestre
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Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6273/09, do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que reduz em duas horas a carga horária diária de trabalho da mulher grávida, a partir do sétimo mês de gestação. Se aprovada, a medida será incluída na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5.452/43), na parte que trata da proteção à maternidade.

Jovair Arantes afirma que o projeto significa um investimento social de longo alcance, beneficiando a mulher e o bebê. A mulher, diz, terá melhores condições de trabalho nas últimas semanas e poderá aproveitar o tempo livre para se programar para a chegada da criança.

"Nas últimas 16 semanas de gravidez, as gestantes costumam ter ganho importante de peso, quando o feto dobra de tamanho e elas carregam uma barriga de pelo menos 5 quilos, incluindo a placenta. É inquestionável o sacrifício físico a que elas se veem submetidas", observa o deputado.

Mudança no comportamento
A medida, diz ainda Arantes, junta-se a outras que também beneficiam a maternidade, como a ampliação da licença de quatro para seis meses, mediante incentivo fiscal às empresas (Lei 11.770/08), e a extensão do direito à licença e ao salário-maternidade à mãe adotiva (Lei 10.421/02).

"Temos verificado uma mudança no comportamento da sociedade brasileira em relação às gestantes. Se antes os benefícios concedidos podiam ser vistos como 'mordomias', hoje as pessoas já os veem como direitos importantes para preservar a integridade do feto", afirma o parlamentar.

Tramitação - O projeto tramita em conjunto com os PLs 3610/08 e 4653/94 e outras 25 propostas que tratam de jornada de trabalho. Os textos serão analisados de forma conclusiva, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo.

O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total).

Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário. pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara, 03.03.2010

PF vai investigar vazamento de prova da OAB

Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/03/03/ult4528u960.jhtm
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Brasília - Após uma sequência de denúncias de fraudes, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) entrou com queixa crime na PF (Polícia Federal) contra a violação de seu exame nacional. Além disso, adotou um conjunto de medidas para preservar a lisura dos testes para registro de novos profissionais.
A denúncia foi motivada pelo último caso de fraude, ocorrido no exame de ordem realizado em 28 de fevereiro, na cidade de Osasco (SP). A comissão encarregada pela aplicação da segunda fase da prova detectou vazamento de questões e várias irregularidades.
A queixa foi formalizada pelo presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante. O diretor-geral interino da PF, delegado Luiz Pontel de Souza, informou que abrirá o inquérito e pedirá à Superintendência do órgão em São Paulo a designação do delegado encarregado.
Ophir determinou também a suspensão da correção e divulgação dos resultados do exame, e pediu que o Cespe (Centro de Seleção e Promoção de Eventos) da UnB, responsável pela aplicação das provas, abra imediatamente uma sindicância para apuração de responsabilidades internas.
Em dezembro passado, a OAB de São Paulo já havia suspenso o exame marcado para a capital e 27 cidades do interior, ante a suspeita de fraude. Um cursinho preparatório para o exame teria aplicado questões idênticas à que constava da prova. Denúncias desse tipo vinham se acumulando nos vários Estados e, por isso, a OAB promoveu mudanças e unificou a aplicação do exame em todo o País, entregue à coordenação do Cespe. Mas, segundo constatou a direção da OAB, mal o novo modelo começou a funcionar, surgiu a primeira denúncia de violação da prova.

Palestra gratuíta Lei do Inquilinato

Colaboração da aluna Cibele Del Valle, do 7º semestre




INSCRIÇÕES: 3277-2822 - www.epd.edu.br

XIII Simpósio de Direito Previdenciário

Colaboração da aluna Cibele Del Valle, do 7º semestre.

Para melhor visualizar clique: http://emkt.epd.edu.br/emkt/tracer/?1,232020,77db8908,712e